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Boletim Ambiental

Calor extremo mata em silêncio

Os níveis de calor nas cidades do sul da Ásia está se tornando extremo e matando silenciosamente as pessoas, principalmente as mais pobres. O calor não afeta só a saúde, afeta também a economia e o bem-estar. Relatório do Banco Mundial afirma que as altas temperaturas podem rebaixar a qualidade de vida de 800 milhões de pessoas no mundo.

Este ano também registramos grandes incêndios florestais, impulsionados pelas altas temperaturas, longas estiagens e ventos, que fizeram mais de 90 mortos na Grécia, e quase uma dezena de vítimas na Califórnia, nos Estados Unidos.

Caso o atual ritmo de aquecimento se mantenha nas cidades do sul da Ásia, principalmente na Índia, pode matar uma pessoa em cerca de 6 horas, porque o corpo humano perde a capacidade de se resfriar. De 1951 a 2010, a temperatura média e umidade na capital indiana, Deli, subiu 0,6 °C no verão e 0,55 °C durante a monção.

O calor torna a vida nas cidades muito difícil, porque há interrupção – ou mesmo falta – de serviços públicos de água e eletricidade. Uma referência da elevação da temperatura foi a cidade de Ahmedabad, na Índia, onde a temperatura chegou a quase 48 °C, em maio de 2010.

Para amenizar o problema, o governo e organizações não governamentais distribuem água, parques ficam abertos para que as pessoas possam se beneficiar da sombra, há mais plantio de árvores e há projeto para trocar telhados de zinco por revestimentos frios.

Uma pesquisa também vem sendo realizada para aferir o efeito do calor sobre a vida dos indianos. Muitos depoimentos, apontam que a população, mesmo “acostumada”, se queixa de insolação, insônia, aumento da pressão sanguínea, náuseas, dores de cabeça, erupções cutâneas. Muitas deixam de ir trabalhar e de obter o sustento diário por causa do calor excessivo.

Link Curto: http://bit.ly/2OHaAK2

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