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Uso de sacola plástica no Quênia pode levar à prisão

O Quênia, país da África Oriental, aprovou uma legislação dura contra as sacolas plásticas e proibiu a produção, venda e uso, prevendo pena de prisão de 4 anos e multa de até U$S 40 mil para quem desrespeitar a nova lei.

O cenário deixado pelas sacolas plásticas é desastroso. Calcula-se que os quenianos utilizavam cerca de 24 milhões de sacolas plásticas/mês que, após o descarte irregular, acabam poluindo lixões, aterros e os oceanos. Em Nairóbi, matadouros encontraram sacolas plásticas até no estômago de vacas destinadas ao consumo humano.

Além do Quênia, outros 40 países já aboliram total ou parcialmente o uso de sacolas plásticas, que demoram séculos para se decomporem no meio ambiente. A Itália foi o primeiro país da Europa a abolir as sacolas plásticas, cujo consumo era de 20 bilhões de unidades/ano. A China também proibiu o uso em 2008, quando o consumo chegava a 3 bilhões/dia. Nos EUA, o exemplo pioneiro veio da cidade de São Francisco, que aboliu as sacolas de plástico, só permitindo o uso das verdes, biodegradáveis, a exemplo da cidade de São Paulo, que proibiu a distribuição ou venda de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais desde 2015. Contudo, os números no Brasil ainda demonstram uso abusivo de sacolas plásticas: são utilizadas 1,5 milhão/hora.

Link Curto: http://bit.ly/2fFwRvP

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