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MP não quer compensação ambiental com jardins verticais

O Ministério Público Paulista ingressou com Ação Civil Pública contra o Município de São Paulo, para que não utilize jardins verticais como compensação para remoção de espécies arbóreas. De acordo como os promotores, a “compensação ambiental de grandes empreendimentos é flagrantemente ilegal e afrontosa diversos princípios ambientais”. O MP empregou como base o relatório da CPI dos Termos de Compromisso Ambiental realizado pela Câmara paulistana.

De acordo com o MP, a Prefeitura paulistana autorizou várias edificações com compensação ambiental por jardins verticais, entre elas de três torres residenciais em área de 10 mil metros no Morumbi, Zona Sul da capital, onde havia espécie nativas, como canela, cambuí e pau-jacaré. Para compensar o dano ambiental, a construtora se comprometeu a plantar jardins verticais no Minhocão e Avenida 23 de Maio.

O MP-SP alega que “a desproporcionalidade, a insuficiência e a inadequação da ‘compensação’, que nem merece a adjetivação de ‘ambiental’, por meio de jardins verticais, saltam aos olhos neste caso. Considerando a constatação de que 1m² equivale a 2m² de jardim vertical, a empresa responsável pelo dano ambiental teria de construir, no mínimo, 20 mil m² de jardim vertical, o que equivaleria a um gasto de 20 milhões de reais”.

Link Curto: http://bit.ly/2fEArqd

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