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Nem é pimenta, nem é rosa. Mas é imperdível

Santamaria Silveira

Até o final de agosto, quem andar pelas ruas e praças do Brasil, vai ter acesso a uma especiaria da Mata Atlântica, nativa do Brasil, a “pimenta rosa”, que não é pimenta, nem é rosa. O fruto da Aroeira (Schinus terebinthifolius) é vermelho e ganhou o nome de pimenta rosa dos colonizadores portugueses, que identificaram seu potencial culinário. Na verdade, a pimenta rosa utilizada pelos europeus vem da família da Pimenta do Reino (verde, branca, preta e rosa), mas a Nouvelle Cuisine e muitos chefs descobriram os sabores delicados da nossa pimenta rosa.

Na verdade, pouca gente presta atenção às árvores de porte médio, folhas miúdas e pontinhos vermelhos ao longo das avenidas das cidades brasileiras, até mesmo em São Paulo, nos canteiros centrais da Radial Leste e Marginal do Tietê, elas são abundantes. Utilizadas na arborização urbana, as Aroeiras também são encontradas ao longo da costa do país. As sementes são ricas em vitaminas A, B1, B2 e C, além de cálcio, ferro e antioxidantes.

A pimenta rosa da Aroeira tem um sabor exótico e combina maravilhosamente bem com saladas de folhas, queijos frescos, peixes, culinária japonesa, sorvetes de frutas, etc. Sempre usada “in natura” sobre os pratos. Tem um sabor adocicado e ardência, que agrega sabor. Faça sua colheita pelas ruas da cidade ou compre em um mercado orgânico e confira.

Link Curto: http://bit.ly/2w2AnDT

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