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Boletim Ambiental

Avança combate ao uso do mercúrio

O Brasil é signatário da Convenção de Minamata para redução, controle e eliminação do mercúrio em processos industriais e artesanais em todo o mundo, unindo preocupações com o meio ambiente e a saúde. Pelo tratado, até 2020, o mercúrio deverá ser eliminado de baterias, pilhas, lâmpadas, cosméticos, pesticidas e outros materiais e estima-se que 50 mil pessoas sofram com danos provocados pelo mercúrio.

A União Europeia e sete de seus Estados-membros ratificaram em maio último a Convenção de Minamata sobre Mercúrio, que entra em vigor no dia 16 de agosto deste ano. Os países signatários devem coibir a abertura de novas minas de mercúrio, fechar as existentes e regularizar o garimpo artesanal, responsável por lançar mercúrio no meio ambiente.

Segundo a ONU, até 8,9 mil toneladas do metal pesado são lançadas nos ecossistemas anualmente, sendo que o mercúrio está na lista das substâncias químicas danosas, estando presentes em inúmeros produtos, como termômetros, lâmpadas, baterias, restauração dentária, produtos farmacêuticos, produção de cloro, tintas, joias, etc.

Como o mercúrio é indestrutível, a Convenção de Minamata também estabelece as condições para seu armazenamento provisório e descarte final de resíduos.

Minamata, no Japão, foi palco de um dos maiores desastres ecológicos por metal pesado já registrado. Em maio de 1956, o despejo contínuo de rejeitos industriais nos afluentes da Baía de Minamata levou cerca de 50 mil moradores apresentarem convulsões, psicoses e desmaios, houve má formação fetal e mortes, além da infestação da água, peixes e frutos do mar.

Link Curto: http://bit.ly/2sKDDGb

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