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Amêndoa do Chapéu de sol é comestível

Foto: Santamaria Silveira

Em São Paulo, ela é conhecida como Chapéu de sol; no Rio de Janeiro é chamada de Amendoeira (Terminalia catappa), mas pelo Brasil afora tem muitos outros nomes, é chamada de Amendoeira-brava, Amendoeira do Pará, Guarda-sol, Noz da praia, Sete-copas e por aí vai.

Independente da denominação, essa árvore é comum em ruas e praias do país e já mereceu até a crônica do poeta Carlos Drummond de Andrade: “Fala, Amendoeira”, que também deu nome ao seu livro, lançado em 1957.No texto de Drummond, a Amendoeira, de folhas grandes e ovaladas, que vão se avermelhando no outono, fala ao poeta sobre a passagem do tempo: “sou tua árvore-da-guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura”.

O mais curioso da Amendoeira é que sua amêndoa é comestível e pouca gente sabe. Nessa época de inverno, as sementes começam a cair às centenas. A polpa “pink” serve de comida para periquitos, morcegos, formigas etc. Ao degustarem a polpa, os animais derrubam centenas de sementes no chão. Para chegar à amêndoa, basta tirar a polpa e quebrar a casca da semente. A amêndoa tem um gosto “mais silvestre” do que a europeia que conhecemos, mas igualmente saborosa

Link Curto: http://bit.ly/2suraC1

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