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Desmatamento cresce 24% na Amazônia

Houve um aumento de 24% na taxa anual de desmatamento da floresta amazônica em 2015, em comparação a 2014, segundo dados recentemente divulgados pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE). Foram derrubados 6.207 km² de mata entre agosto de 2014 e julho de 2015. É a maior taxa desde 2011, quando foi registrada a destruição de 6.418 km², equivalente a aproximadamente quatro parques Ibirapuera, em São Paulo.

O aumento de 24% representa o segundo maior desde o começo dos anos 2000, sendo o ano de 2013 considerado o recordista, com 29% de crescimento no desmatamento em relação ao ano anterior. O contraste é grande em relação ao ano de 2009, quando houve uma redução expressiva de 42% no desmatamento.

Desde 2008, quando uma área é embargada, sua localização e os dados da infração e do infrator ficam disponíveis no site do Ibama. A lista pública de áreas embargadas e autuações ambientais é um instrumento para que instituições financeiras possam verificar se beneficiários de crédito não apresentam irregularidades e para que o mercado possa consultar se o produto comercializado é proveniente ou não de área desmatada ilegalmente.

As terras privadas (propriedades rurais) foram as mais desmatadas em 2015. Elas são responsáveis por 36% de toda a devastação documentada. Porém, mais duas áreas geram preocupação: as glebas (terras públicas) e os assentamentos. Segundo o Código Florestal, uma propriedade na Amazônia Legal deve ter 80% de mata nativa preservada.

Taxa de desmatamento nos estados da Amazônia Legal:

tabela

O PRODES computa como desmatamento as áreas maiores que 6,25 hectares, onde ocorreram remoção completa da cobertura florestal – o corte raso.

Link Curto: http://bit.ly/2gDULDG

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